Comissão de Saúde da Câmara de Joinville discute problemas com equipamento médico cateter intravenoso

  • Foto: Mauro Schilieck / CVJ -

Vereadores questionam responsabilidade da Secretaria de Saúde na fiscalização e recolhimento dos produtos após relatos de dificuldades no uso

Na reunião da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Joinville, presidida por Brandel Junior (PL), foram discutidos problemas relacionados ao equipamento médico cateter intravenoso, utilizado nas unidades básicas de saúde do município. Vereadores levantaram questionamentos sobre a responsabilidade da Secretaria de Saúde na fiscalização dos produtos, que já tiveram o recolhimento determinado devido a complicações no seu uso.

O problema com o equipamento tem causado dificuldades aos profissionais de saúde no momento da perfuração da pele do paciente, resultando em várias tentativas de retirada de sangue.

A Vigilância Sanitária do município informou que não recebeu reclamações sobre problemas relacionados ao cateter por meio da ouvidoria. Além disso, destacou que a responsabilidade pelo recolhimento dos equipamentos é do fabricante e do distribuidor.

Após tomar conhecimento do problema na última terça-feira, a Vigilância Sanitária determinou que o núcleo de saúde fosse até o centro de distribuição para ordenar o recolhimento dos cateteres identificados. A informação foi repassada aos hospitais públicos e privados do município no dia seguinte.

A Secretaria de Saúde enfatizou a importância do uso desses equipamentos, ressaltando que há uma grande demanda pelo produto, fundamental para o funcionamento das unidades básicas de saúde.

O vereador Wilian Tonezi (PL) expressou sua preocupação, classificando a situação como um crime de saúde pública e denunciando o problema durante a sessão da Câmara.

Já o vereador Neto Petters (Novo) destacou que a secretaria está permitindo que a empresa responsável cumpra o prazo para resolver o problema.

A secretária Tânia Eberhardt explicou que nem sempre é possível adotar medidas rápidas no serviço público.

A comissão aprovou um pedido de informação à Vigilância Sanitária sobre os materiais, buscando esclarecer a situação e garantir a segurança dos pacientes e profissionais de saúde.

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